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Documento legal

LGPD e Proteção de Dados

Última atualização: 15 de outubro de 2026

1. Quem é responsável pelos dados

O Portaris é usado por empresas e propriedades privadas. Os dados são protegidos pela LGPD (Lei nº 13.709/2018). A organização cliente é a controladora dos dados dos seus funcionários, moradores, hóspedes, visitantes e veículos: ela decide quem cadastrar, quais câmeras usar e por quanto tempo guardar. A Portaris é a operadora: fornece o sistema e trata os dados em nome do cliente, conforme as instruções dele e o Acordo de Tratamento de Dados.

2. Para que serve o reconhecimento facial

Para proteger o local: saber quem pode entrar, perceber intrusos e evitar fraudes. Não é para expor pessoas. O reconhecimento acontece na entrada ou no portão e dentro da propriedade. Câmeras externas, voltadas para a rua, não fazem reconhecimento facial: elas registram ocorrências com foto de pessoas, veículos e placas, sem identificar quem passa. Recomendamos marcar como “Câmera externa (via pública)” toda câmera que dá para a rua.

3. O que o cliente precisa fazer

  • Fixar a placa “Ambiente monitorado” — obrigatória — em cada entrada (modelo para imprimir).
  • Ter base legal para o tratamento, inclusive para a biometria do rosto, que é dado sensível (LGPD, art. 11).
  • Informar funcionários (por escrito), moradores, hóspedes e visitantes.
  • Não instalar câmeras em banheiros, vestiários, quartos, áreas de descanso ou áreas íntimas.
  • Usar de forma proporcional, sem discriminação, e conferir os alertas antes de decidir.
  • Ao acompanhar funcionários, respeitar a CLT (o Portaris não é registro de ponto) — veja as regras.
  • Não cadastrar o rosto de menores de 18 anos sem autorização dos pais ou do responsável.
  • Responder aos pedidos dos titulares.

4. Como os dados ficam protegidos

Os rostos e as ocorrências ficam internos ao cliente e nunca são vendidos nem compartilhados. Tudo é criptografado para evitar vazamentos:

  • HD de ocorrências e HD de gravação do servidor do local criptografados;
  • na nuvem, fotos de rosto e das ocorrências criptografadas com uma chave própria de cada empresa;
  • quem vê é só o cliente: acesso só para quem o assinante autoriza; a Portaris não abre o conteúdo;
  • registro de auditoria de quem fez o quê;
  • servidor roubado: o conteúdo dos HDs é apagado assim que ele se conecta; a nuvem não perde nada;
  • vídeo, quando gravado, só no servidor do local — nunca guardado na nuvem.

5. Direitos dos titulares

Confirmação, acesso, correção, anonimização, bloqueio, eliminação, portabilidade, informação sobre compartilhamentos e revisão de decisões automatizadas podem ser pedidos ao responsável pelo local (o controlador). Se você não conseguir falar com ele, escreva para suporte@portaris.com.br com o local, a data e o horário: a Portaris encaminha o pedido ao cliente e avisa você. Detalhes na Política de Privacidade.

6. Encarregado (DPO)

Paulo Cesar Batista Werner — suporte@portaris.com.br.