Segurança em clínica e hospital: ocorrências, não vídeo no quarto
UTI e farmácia restritas, paciente com prazo e alerta na hora. Câmera só em corredores e entradas — nunca no quarto. O Portaris não guarda dado clínico.
Equipe PortarisPublicado em 2 min de leitura

Neste artigo
Clínica e hospital têm gente nova a cada plantão: equipe, paciente, acompanhante, prestador e fornecedor. A recepção não consegue lembrar quem é de quem. E há áreas que não podem ter qualquer um por perto — UTI, centro cirúrgico, farmácia, laboratório.
O Portaris não pede para a equipe ficar vendo vídeo. Cada fato vira ocorrência com foto: quem, onde e quando. A câmera fica em corredor, recepção e entrada — nunca dentro de quarto, leito, enfermaria ou banheiro.

O que o sistema faz na clínica
A clínica e o hospital contratam pela edição Empresa (10, 15 ou 30 câmeras). O painel nasce com o vocabulário da saúde: recepção, pronto-socorro, UTI, centro cirúrgico, farmácia e internação.
- Equipe (médico, enfermagem, administração) e segurança entram com foto do rosto e a área em que cada um pode estar.
- Paciente e acompanhante entram com quarto ou leito e as datas da internação (entrada e alta). Dentro do prazo, circulam nas áreas liberadas; fora dele, ou numa área restrita, aparecem em laranja e geram alerta.
- UTI, centro cirúrgico, farmácia e laboratório são restritos. Só quem está na lista entra. Quem é cadastrado mas não deveria estar ali avisa o responsável do setor na hora, com foto.
Terminado o prazo da alta, o acesso acaba sozinho — sem depender de alguém lembrar de apagar.
LGPD: o que a Portaris guarda e o que não guarda
A Portaris não coleta prontuário nem dado clínico. Guarda só o cadastro (nome, foto do rosto, quarto ou leito, datas da internação) e as ocorrências com foto. Prontuário fica no sistema da clínica.
Câmera dentro de quarto, leito ou enfermaria expõe a intimidade e fere a LGPD. O sistema não sugere câmera nesses lugares e avisa se alguém cadastrar uma com esse nome.
O cliente é o controlador dos dados; a Portaris é a operadora. A mesma regra está em reconhecimento facial e LGPD.
Saiba o que aconteceu sem assistir a gravação
Sumiu um medicamento da farmácia? Alguém entrou na UTI fora do plantão? Em vez de voltar o vídeo do corredor, você busca por pessoa, câmera ou período. O resultado já vem com a foto da ocorrência.
A gravação de vídeo é opcional, a partir de 10 câmeras, num HD separado só para o vídeo — e o vídeo nunca vai para a nuvem. Para a nuvem vão só as ocorrências.

Câmera IP, 4 megapixels, só no corredor
O Portaris trabalha só com câmera IP por cabo, de 4 MP ou mais. A loja tem a linha Portaris e marcas de mercado (Intelbras, Hikvision, Dahua e outras). Wi-Fi e câmera analógica de DVR não entram.
Se a internet do hospital cair, a IA continua no servidor local. Quando a conexão volta, as ocorrências sobem.
O prospecto em PDF da clínica — funções, privacidade e referência de valores — está em Materiais para baixar. A página completa é Portaris para clínica e hospital.
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