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Primeiros passos

O software, as câmeras e os seus dados

O que a Portaris oferece (software de IA, nuvem, treinamento e suporte), o que ajustar nas câmeras e por que os seus dados são só seus.

Atualizado em 16/10/2026

Nesta página

O que a Portaris oferece

A Portaris entrega um software de monitoramento com inteligência artificial funcionando na sua empresa: o reconhecimento de pessoas e veículos, os alertas, as ocorrências com foto, a busca, os relatórios, a área do cliente na nuvem e o treinamento da sua equipe.

  • Software de IA para reconhecimento facial, leitura de placa e cor, controle de acesso por setor, velocidade e portão automático.
  • Servidor: use o seu (no computador que quiser; recomendamos a linha Xeon) ou compre o Servidor Portaris (para 10, 15 ou até 30 câmeras), pago uma vez só — ele chega montado, testado e configurado, e passa a ser seu.
  • Nuvem Portaris com as ocorrências (fotos e dados), alertas e relatórios, além do treinamento por perfil e do suporte remoto.

O que ajustar nas câmeras

As câmeras continuam sendo suas e seguem as regras de qualidade para a IA enxergar bem — rosto e placa só saem legíveis com a imagem certa:

  • 4 megapixels ou mais, com proteção de vídeo H.264 (evite H.265 no stream principal).
  • Stream principal em 12 a 15 quadros por segundo, com teto de banda de 6 a 8 Mbps e smart codec desligado.
  • Sub-stream ligado (imagem leve, ~640×360), usado nas telas e na análise rápida.
  • Câmera de placa a 4–8 m antes do portão, pouco inclinada (até ~30°) e com luz branca à noite para sair colorida.
  • Câmera de rosto a 2–3 m do ponto de passagem, 1,60–1,80 m de altura e inclinação de até ~15°.

Quem vê é só você

Quem vê é só você: as ocorrências e as gravações só aparecem para quem você liberar, com login e permissão — nem a Portaris abre o seu conteúdo. Rostos, fotos e ocorrências ficam internos à sua empresa: a Portaris não vende, não aluga e não compartilha esses dados, não usa para finalidade própria e não usa para treinar inteligência artificial.

  • HDs criptografados no servidor do local: o HD de ocorrências e o HD de gravação são criptografados (instalações a partir de 09/10/2026) — tirado da máquina, o disco não abre em outro computador. A chave fica guardada na nuvem e o código de recuperação só o Assinante vê.
  • Gravações só no local: o vídeo fica só no servidor do seu local, nunca na nuvem. Para a nuvem vão só as fotos e os dados das ocorrências, também criptografados, com chave própria da sua empresa — o arquivo de uma empresa não abre com a chave de outra.
  • Só quem você autoriza: cada pessoa entra com o próprio login e vê só o que a função dela permite (por unidade e setor). O acesso de fora do local, pelo app e pelo site, é só para quem o Assinante marca — e cada acesso de fora fica registrado para ele, com quem, quando, IP e aparelho.
  • Tudo registrado: cadastros, exclusões, mudanças de permissão, gravação assistida ou baixada e outras ações ficam na auditoria, com quem fez e quando.
  • Servidor roubado: o Assinante marca no painel (com confirmação por código no e-mail) e, no instante em que ele se conectar à internet, o conteúdo dos HDs é apagado — os discos continuam criptografados e as ocorrências da nuvem não se perdem.
  • LGPD: dados usados apenas para a segurança da sua operação — sem venda, sem compartilhamento e sem uso para outro fim.

A sua empresa é a controladora dos dados (LGPD) e a Portaris é a operadora. As regras completas estão nos Termos de uso, em /termos#dados.

Servidor roubado: passo a passo

  1. Passo 1: Marque no painel

    Só o Assinante: Equipamentos → "Equipamento roubado ou perdido", com confirmação por código enviado ao e-mail.

  2. Passo 2: O acesso é cortado na hora

    O servidor é bloqueado na nuvem, que passa a recusar a chave dos HDs.

  3. Passo 3: Conectou, apagou

    No instante em que o servidor se conectar à internet, o conteúdo dos dois HDs — ocorrências e gravações — é apagado. Os discos continuam criptografados; só o conteúdo some.

  4. Passo 4: A nuvem não perde nada

    As ocorrências e os cadastros que estão na nuvem não são apagados: continuam no painel.

  5. Passo 5: Troque as senhas

    Registre o boletim de ocorrência e troque as senhas das câmeras e do Wi-Fi do local — o servidor conhecia esses acessos.

Ainda com dúvida?

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